Menos Impostos, Menos Estado: O Plano Pró-Mercado para Cortar Gastos, Privatizar Estatais e Destravar o Empreendedor
A Estratégia Liberal para Enxugar Ministérios, Baixar os Juros, Desregulamentar e Deixar o Dinheiro no Bolso de Quem Produz
Fundamentação Histórica e Filosófica
Inspirada na tradição clássica de Adam Smith, na Escola AustrÃaca (Hayek e Mises) e na Escola de Chicago (Milton Friedman), com forte reverberação no pensamento econômico de Roberto Campos, Eugênio Gudin e Affonso Celso Pastore no debate brasileiro.
Defesa do papel do mercado competitivo na preservação das liberdades civis e econômicas.
Análise histórica da economia e das amarras estatizantes no Brasil do século XX.
Austeridade Fiscal, Teto de Gastos e Controle da DÃvida
1.1 A Necessidade do EquilÃbrio Orçamentário Estrutural
Para o pensamento liberal, déficits fiscais sistemáticos corroem a confiança dos agentes econômicos, depreciam a moeda nacional e forçam o Banco Central a manter taxas de juros elevadas para controlar a inflação.
Defende-se a ancoragem das contas públicas em regras rÃgidas de despesa, atreladas à evolução da relação DÃvida Bruta/PIB, com cortes nominais na máquina pública e extinção de ministérios redundantes.
- O dinheiro é melhor gerido e investido pelo indivÃduo e pelas empresas do que por burocratas estatais.
- A redução de gastos públicos viabiliza a queda sustentável dos juros estruturais (juro neutro).
- A livre concorrência elimina monopólios, reduz preços e estimula a inovação tecnológica.
- Risco de estrangulamento de serviços públicos essenciais para populações de baixa renda.
- PossÃvel aprofundamento das desigualdades regionais se não houver mecanismos compensatórios mÃnimos.
1.2 Ampla Desestatização e Abertura de Mercado
Defesa da privatização de empresas estatais (como Petrobras, Correios e empresas de saneamento) para eliminar o risco de aparelhamento polÃtico e corrupção, além de atrair investimento privado direto para infraestrutura.
Modernização do Trabalho e Desregulamentação
2.1 Liberdade de Contratação e Empreendedorismo
O excesso de encargos trabalhistas e a rigidez da CLT são vistos como barreiras artificiais que alimentam a informalidade (mais de 38 milhões de informais no Brasil).
Propõe-se a flexibilização contratual, segurança jurÃdica para o trabalho intermitente e por aplicativo, e eliminação de cartórios regulatórios que atrasam a abertura de novos negócios.
Como Esta Corrente se Reflete nas Candidaturas de 2026
- Desestatização e redução do número de ministérios.
- Corte de privilégios e reformas administrativas no funcionalismo.
- Apoio à desregulamentação para atração de capital internacional.
- Zema adota postura liberal clássica focada na gestão fiscal e entrada na OCDE; Flávio Bolsonaro combina liberalismo com conservadorismo penal e segurança; Marçal foca na retórica de empresarização popular.
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