Eleições Gerais 2026
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Menos Impostos, Menos Estado: O Plano Pró-Mercado para Cortar Gastos, Privatizar Estatais e Destravar o Empreendedor

A Estratégia Liberal para Enxugar Ministérios, Baixar os Juros, Desregulamentar e Deixar o Dinheiro no Bolso de Quem Produz

Síntese da Visão Geral:A matriz liberal sustenta que a prosperidade e a elevação do padrão de vida dos cidadãos decorrem da liberdade econômica, da garantia irrestrita dos direitos de propriedade, do rigor fiscal e da redução substancial do tamanho e da intervenção do Estado na economia, permitindo que a livre concorrência aloque recursos com máxima eficiçncia.
ORIGENS E PENSAMENTO FUNDADOR

Fundamentação Histórica e Filosófica

Inspirada na tradição clássica de Adam Smith, na Escola Austríaca (Hayek e Mises) e na Escola de Chicago (Milton Friedman), com forte reverberação no pensamento econômico de Roberto Campos, Eugênio Gudin e Affonso Celso Pastore no debate brasileiro.

BIBLIOGRAFIA ESSENCIAL DE REFERÊNCIA:
"Capitalismo e Liberdade"Autor: Milton Friedman

Defesa do papel do mercado competitivo na preservação das liberdades civis e econômicas.

"A Lanterna na Popa"Autor: Roberto Campos

Análise histórica da economia e das amarras estatizantes no Brasil do século XX.

CAPÍTULO 01Análise Estrutural 2026

Austeridade Fiscal, Teto de Gastos e Controle da Dívida

1.1 A Necessidade do Equilíbrio Orçamentário Estrutural

Para o pensamento liberal, déficits fiscais sistemáticos corroem a confiança dos agentes econômicos, depreciam a moeda nacional e forçam o Banco Central a manter taxas de juros elevadas para controlar a inflação.

Defende-se a ancoragem das contas públicas em regras rígidas de despesa, atreladas à evolução da relação Dívida Bruta/PIB, com cortes nominais na máquina pública e extinção de ministérios redundantes.

INDICADORES E DADOS OFICIAIS VERIFICADOS:
Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG):Registrada na faixa de 76% a 78% do PIB, patamar substancialmente superior à média de países emergentes (em torno de 55%).Fonte Oficial: Banco Central do Brasil / Tesouro Nacional
Carga Tributária Bruta:Aproximadamente 32,5% a 33% do PIB, uma das mais elevadas entre economias em desenvolvimento.Fonte Oficial: Receita Federal do Brasil
✓ Argumentos Sustentados por Esta Visão:
  • O dinheiro é melhor gerido e investido pelo indivíduo e pelas empresas do que por burocratas estatais.
  • A redução de gastos públicos viabiliza a queda sustentável dos juros estruturais (juro neutro).
  • A livre concorrência elimina monopólios, reduz preços e estimula a inovação tecnológica.
⚠ Principais Críticas e Contrapontos:
  • Risco de estrangulamento de serviços públicos essenciais para populações de baixa renda.
  • Possível aprofundamento das desigualdades regionais se não houver mecanismos compensatórios mínimos.

1.2 Ampla Desestatização e Abertura de Mercado

Defesa da privatização de empresas estatais (como Petrobras, Correios e empresas de saneamento) para eliminar o risco de aparelhamento político e corrupção, além de atrair investimento privado direto para infraestrutura.

CAPÍTULO 02Análise Estrutural 2026

Modernização do Trabalho e Desregulamentação

2.1 Liberdade de Contratação e Empreendedorismo

O excesso de encargos trabalhistas e a rigidez da CLT são vistos como barreiras artificiais que alimentam a informalidade (mais de 38 milhões de informais no Brasil).

Propõe-se a flexibilização contratual, segurança jurídica para o trabalho intermitente e por aplicativo, e eliminação de cartórios regulatórios que atrasam a abertura de novos negócios.

APLICAÇÃO PRÁTICA NAS ELEIÇÕES 2026

Como Esta Corrente se Reflete nas Candidaturas de 2026

Candidaturas com Diretrizes Alinhadas a Este Espectro:
Romeu Zema (NOVO)Flávio Bolsonaro (PL)Pablo Marçal (PRTB)
Pontos de Convergência nos Planos do TSE:
  • Desestatização e redução do número de ministérios.
  • Corte de privilégios e reformas administrativas no funcionalismo.
  • Apoio à desregulamentação para atração de capital internacional.
Divergências e Nuances Internas:
  • Zema adota postura liberal clássica focada na gestão fiscal e entrada na OCDE; Flávio Bolsonaro combina liberalismo com conservadorismo penal e segurança; Marçal foca na retórica de empresarização popular.
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