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Legislação & TSEPublicado em 2026-10-13 · ⏱️ 7 min

Calendário especial pode acelerar votação da PEC do fim da escala 6x1

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), informou nesta terça-feira (13) que um requerimento para acelerar a votação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do fim da...

Por: Redação de Transparência Cívica / Monitor BrasilAuditoria: TSE & Fontes Oficiais
Calendário especial pode acelerar votação da PEC do fim da escala 6x1
Foto: Agência Brasil / EBC (Veiculação Oficial / Acervo Institucional)Foto Oficial
Tópicos Abordados:#Legislação & TSE#Eleições 2026#2º Turno Presidencial#Congresso Nacional
📌RESUMO EXECUTIVO (PONTOS-CHAVE AUDITADOS)
  • ✓Informação apurada e veiculada oficialmente pelos correspondentes de Agência Brasil / EBC.
  • ✓Assunto com impacto regulatório, orçamentário e cívico na administração pública brasileira.
  • ✓Dados primários verificados de acordo com as normas de transparência pública e E-E-A-T.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), informou nesta terça-feira (13) que um requerimento para acelerar a votação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do fim da escala 6x1 já conta com assinaturas suficientes para ser apreciado em plenário. Com isso, a votação da PEC pode ocorrer em dois turnos já nesta quarta-feira (14), se o requerimento for aprovado. "Vários senadores assinaram um requerimento de calendário especial. Já há o número regimental para a apreciação do calendário especial na tarde da sessão de amanhã", disse Alcolumbre, pouco antes de encerrar a sessão deliberativa desta terça. Notícias relacionadas:MDB Norte e Nordeste declara apoio a Lula no segundo turno.Campanha registra canal Exército do Lula na Justiça Eleitoral.2º turno: 7 cidades também terão eleições complementares para prefeito.A PEC 221, de 2019, prevê descanso remunerado de dois dias por semana, sem redução salarial, e reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição total de 14 meses. Desde a semana passada, o texto está em deliberação no plenário. O Regimento Interno do Senado exige cinco sessões deliberativas antes da votação da proposta em 1º turno, que já estava prevista para ocorrer na sessão desta quarta-feira. Por ser uma mudança constitucional, uma votação em 2º turno também é exigida, com intervalo de mais três sessões deliberativas. É justamente esse interstício de três sessões extras que poderá ser quebrado com a aprovação do requerimento de calendário especial, viabilizando a segunda votação. Em ambos os casos, o número de mínimo de votos favoráveis para que a matéria seja aprovada é de 49 dos 81 senadores. O texto que será analisado é o mesmo que foi aprovado pela Câmara dos Deputados em maio, também em dois turnos, por ampla maioria. Sendo mantida e aprovada em dos turnos pelos senadores, a proposta segue automaticamente para promulgação pelo Congresso Nacional. Caso haja alguma alteração de mérito, o texto teria que retornar à Câmara, cenário muito pouco provável no atual contexto. O que muda para o trabalhador A proposta substitui gradualmente a atual jornada máxima de 44 horas semanais, associada à escala de um dia de descanso remunerado a cada seis dias de trabalho, por um modelo com dois dias de descanso remunerado por semana e redução gradual da jornada máxima para 40 horas. Pelo texto, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional as empresas deverão adotar a escala 5x2 e reduzir a jornada máxima para o máximo de 42 horas semanais de trabalho. Depois de mais 12 meses, a jornada será reduzida para 40 horas semanais. A PEC também prevê jornadas diferenciadas para trabalhadores com diploma de ensino superior que recebam remuneração igual ou superior a R$ 21.188,87, desde que seja mantida a escala 5x2. Nesses casos, a duração da jornada poderá ser definida por negociação direta entre empregador e empregado. Na prática, a mudança garantiria mais tempo de descanso e convivência familiar aos trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A proposta também preserva a possibilidade de acordos e convenções coletivas para disciplinar situações específicas e categorias submetidas a regimes diferenciados. Aprovada pela Câmara dos Deputados em maio, a PEC chegou em agosto à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. A comissão aprovou a proposta no início de setembro. Com isso, o texto foi encaminhado ao plenário para votação.

Contexto Institucional e Impacto nas Políticas Públicas

As diretrizes e dados oficiais apresentados reforçam o compromisso de transparência com a sociedade civil no âmbito da transição de governo e do calendário eleitoral de 2026. A equipe de análise do Monitor Brasil realiza o cruzamento sistemático de informações públicas com os órgãos emissores para assegurar factualidade estrita.

Repercussão no Congresso Nacional e Cenário Econômico

Medidas institucionais desse porte influenciam diretamente o debate econômico e regulatório no país, orientando cidadãos e gestores sobre as diretrizes vigentes, compromissos fiscais e a tramitação de matérias de interesse coletivo no Senado e na Câmara dos Deputados.

Contexto institucional e parlamentar
Foto: Acervo Institucional da Câmara dos Deputados e Senado Federal / BrasíliaAcervo Oficial de Cobertura
RAIO-X DE IMPACTO ELEITORAL 2026

Como esse tema impacta os planos de governo no TSE:

A decisão repercute diretamente nas discussões de políticas públicas e nos planos de gestão das principais lideranças governamentais e parlamentares.

Posicionamento no Plano: Acompanhamento do impacto das métricas fiscais, jurídicas e operacionais nos serviços públicos.

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Transparência e Fonte Oficial Primária:

Documento: Calendário especial pode acelerar votação da PEC do fim da escala 6x1 (Agência Brasil / EBC). Consultado em: 14 de outubro de 2026. Acessar documento original na fonte oficial →

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